<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741</id><updated>2011-04-21T23:47:28.929+01:00</updated><title type='text'>Viva a Rãs</title><subtitle type='html'>Este blog é dedicado à localidade de Rãs, no concelho de Sátão, aldeia onde nasceu a minha Mãe e que eu aprendi a gostar. Quando eu falo em Rãs, os meus amigos perguntam logo se é a Rãs do Tino. Não, essa é em Penafiel. A de que eu estou a falar é a Rãs sem Tino, em Sátão.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115235981166737813</id><published>2006-07-08T12:51:00.000+01:00</published><updated>2006-07-08T12:56:51.670+01:00</updated><title type='text'>A Freguesia de Romãs</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Constituição&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A freguesia das Romãs situa-se num verde planalto, pródigo em fertilidade e povoado por um sem número de pequenas quintas e várias aldeias de casario granítico (Rãs, Douro Calvo, Silvã de Baixo, Carvalhal das Romãs e Soito de Golfar).Romãs não provém do fruto da romanzeira. A sua origem etimológica está antes no nome latino Românicus - de Romanus. assim: (vila) Românici - Romanici -Romance - Romanz - Romãs.Rãs: Quererá significar que ali estão as raízes ou nascentes do rio Sátão? Ao longo da evolução espontânia da nossa linguagem, bem pode ter assentado em Radices-Raices-Rãz. Outros opinam que "Rãs" vem de (vila) Ranici - de "Rano", nome de origem germãnica e então poderia escrever-se como aliás alguns fazem "Rans".&lt;br /&gt;Mais recentemente, associou-se ao batráquio que era vulgar encontra-se nas imensas poças de água existentes nos seus campos, servindo de ponto de referência para os viajantes, devido ao elevado número de rãs que, de noite, enchiam o luar com o seu belo "cantar".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Origem histórica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Embora o nome seja antigo, a freguesia não o tinha na Idade Média, quando o seu território ocupava o centro da “terra” de Gulfar (que era na ocasião a designação da paróquia, única da dita “terra”). Como estas circunscrições administrativas tinham raízes, no geral, bem antigas, em castros ou “cividades”, é de crer que o cume denominado Romãs, que é um cabeço forte sobre o lugar deste nome, tenha sido fortificado em épocas remotas, dando origem à “terra” de Gulfar — nome de origem germânica. O topónimo Romãs por certo nada tem com o fruto que sugere, será antes um patronímico de um nome pessoal. Todas as tradições da “terra” de Gulfar lhe pertencem inteiramente, embora no âmbito primitivo se tivessem separado, pelo séc. XV ou XVI, as três freguesias que rodeiam a de Romãs, suas filiais: Decermilo, ao norte; Silvã, ao sul; e Vila Longa, a leste. A paróquia de Gulfar, que englobava as quatro actuais, tinha o templo na actual de Romãs, razão por que esta pode considerar-se a representante dela no presente — como centro de terra medieva que também era. Nesta havia ainda em pleno séc. XIII mais de quarenta casais, todos foreiros à coroa de jugada. Vê-se que a “terra” tinha sido antes povoada a foro de jugaria. O foro de jugada em Romãs e vizinhas era o seguinte: quem lavrasse com um boi devia dar três sexteiros; quem o fizesse com um jugo de bois ou vacas, dava três quarteiros, quem lavrasse com dois singéis, pagaria seis quarteiros — todas estas medidas, referidas a terças limpas (de trigo, milho e centeio); de vinho pagava um “puçal” quem colhesse quinze moios; de linho, cada casal pagava um “molho”. Já no séc. XIII existia o concelho de Gulfar, cuja cabeça, por certo, estava em Romãs, ou no território actual da freguesia. Conhece-se o segundo foral de Gulfar de 1315 passado por D. Dinis. Este concelho, no primeiro período da monarquia, dava ao rico-homem ou senhor da “terra”, no 1.º de Maio, quando “metesse” o mordomo, três libras e doze soldos, cinco quarteiros de trigo e sete de centeio, e quinze “peladigas” de vinho. No lugar a que hoje corresponde a freguesia de Silvã havia grandes propriedades fidalgas: Silvã de Cima fora doada por D. Afonso Henriques, por carta, a D. Soeiro Guterres e a D. Gonçalo Guterres (que serão os “de Cunha”, pois o Mosteiro de Macieira de Rates também aqui possuía bens doados pelos descendentes deles). Também na Silvã possuíam bens, em 1258, os filhos de algo Fernão Pacheco e Paio Correia. A igreja possuía toda a “villa” de Vila Longa “de populatione de terra”, que parece ter-se operado no reinado de D. Afonso II, pois desde então é que Vila Longa “est tota de ecclesia, et facit forum de toto ecclesia”, não entrando lá o mordomo. A Igreja de Santa Maria estava bem dotada de haveres no séc. XIII, por numerosas doações, entre as quais se contam as de bens nos sítios ou lugares de: Pereiras (dados por Maria Froiaz e por Pero Martins, no tempo de D. Sancho II); S. Bento (doados por Fernandino e D. Auro ou Áurea, no mesmo reinado); Douro Calvo (por Alvitina, na mesma ocasião e no sítio dos Marmoirais — topónimo alusivo a sepulturas postas à beira de um caminho); Riba do Vouga (doados por Gonçalo Froiaz); Paul (por D. Gontinha); Carvalhal (por D. Alva); Presa (por Martim Pais); Seixal (por D. Elvira); Sesmiro ou, hoje, Decermilo (sítio de S. Pedro, doado por Maria Gonçalves) e outras. Quase todas estas doações eram do tempo de D. Sancho II, mas a Igreja possuía muitas outras, de tempo anterior. Em Decermilo parece ter existido um mosteiro de monjas destruído nos fins do séc. X por Almançor. Em 1401, D. João I, “vendo e considerando em como o Infante D. Henrique é já emancipado e em tal idade e disposição que lhe cumpre ter estado e o manter”, doou-lhe Gulfar, com Romãs — entre outras muitas mais terras, com o padroado das suas igrejas. O Infante D. Henrique empenhou Penalva e Gulfar, com Romãs, ao conde de Viana D. Pedro, por 5.000 dobras “valedis”; depois estas terras “por o dito conde ser pago da maior parte delas” (diz uma carta de D. Manuel, duque de Beja e depois rei, datada de 1482), ficaram empenhadas a D. Duarte de Meneses, conde de Viana, por 2.000 coroas. D. Manuel desempenhou-as para si, mas fez contrato com D. João de Meneses, filho daquele e futuro conde de Tarouca: este pagaria parte e teria jurisdição, embora o senhorio e as igrejas ficassem reservadas ao duque de Beja. Este, sendo já rei, doou Gulfar, incluindo Romãs, a D. João de Meneses, razão por que foram senhores deste lugar os condes de Tarouca, por sucessivas confirmações reais. No respeitante ao padroado da igreja local, no séc. XIII, ele era da coroa, e o templo situava-se “in hereditate regis”; todavia, os paroquianos apresentavam aí o pároco. Na ocasião, só o rei possuía comenda e maladia no lugar, e as viúvas estavam dispensadas de pagar lutuosa.O altaneiro pelourinho, máximo símbolo da justiça concelhia, ergue-se ainda no antigo largo do município, extinto na primeira metade do século XIX. Desses tempos existem ainda algumas edificações que emanam nobreza e tradição.Terra inesquecível, com um invejável panorama histórico-natural pelo que se anseia conhecer toda a sua sabedoria e espírito de uma piedosa comunidade rural. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fg11.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fg11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Pelourinho de Douro Calvo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Assenta em plataforma constituída por dois degraus quadrados de faces rectilíneas e lisas, construída sobre afloramento rochoso. Coluna de secção quadrangular de esquinas chanfradas e secção oitavada a esbater-se junto ao capitel. Este é formado por gola cilíndrica lisa, a modo de colarinho, entre delgado afeiçoamento circular na parte superior do fuste e proeminente moldura plana de coroamento. Como remate uma esfera.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115235981166737813?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115235981166737813/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115235981166737813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115235981166737813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115235981166737813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/07/freguesia-de-roms.html' title='A Freguesia de Romãs'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115235937526561800</id><published>2006-07-08T12:43:00.000+01:00</published><updated>2006-07-08T12:49:35.290+01:00</updated><title type='text'>O companheiro</title><content type='html'>Terra pequenina, de sabor bíblico, com casas de pedra solta e com quatro carvalhas também bíblicas, à entrada, mas já sem a presença de ovelhas bem tratadas que se avistavam noutros tempos, o Companheiro guarda uma tradição muito interessante e um monumento a perpetuá-la.&lt;br /&gt;Situado em pleno vale do Coja, na sua margem esquerda, lá está o Companheiro. Administrativamente, é do concelho de Sátão, onde vão pagar as contribuições, mas religiosamente, está ligado à freguesia de Sezures, concelho de Penalva do Castelo, onde são baptizadas as crianças e sepultados os que morrem.Causas? Inquirimos. “É que, noutros tempos, não havia ponte, nem pontão, nem alpondras sobre o Coja e, por vezes, nas grandes invernias, se adregava morrer alguém, tinha de esperar oito dias ou os que fossem... E pela serra os caminhos eram muito maus. Daí o termo-nos encostado a Sezures. Mas isto é o que se conta, pois já foi há muitos anos”. No cadastro da população do reino de 1527, no lugar do companheiro havia apenas um morador. Neste primeiro ano do século XXI, os dois últimos casais hesitam perante a perspectiva de passarem lá mais um inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A estória do seu brasão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Diz a tradição que passou por aqui um rei, quando andava à caça, e perdendo-se ao cair da noite, foi bater à porta duma casa onde estava gente e se sentia o afago duma lareira.Mandaram-no entrar, trataram-no o melhor que a sua pobreza lhe consentia e, no fim, quiseram que o hóspede real, em colchão de feno a cheirar aos campos, pudesse recompor-se da fadiga do dia anterior e conciliar o sono sem saudades demasiadas dos colchões de plumas do seu palácio real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/brasao.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/brasao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No dia seguinte, muito penhorado, o rei partiu. E passado algum tempo, uma comitiva apareceu e bateu à mesma porta, trazendo, numa pedra trabalhada, um brasão com que o rei quis distinguir e honrar aqueles que tão generosamente o tinham recebido, instalando-o nas pedras soltas da parede da casa onde pernoitou. A pedra ainda existe, embora esteja colocada numa casa porventura mais recente que aquela onde originalmente teria sido colocada. Mais ou menos quadrada, medindo 60 por 60, tem no frontal a imagem esculpida dum cavaleiro montado no seu cavalo. E, por baixo, bem legível ainda hoje, a data: “1689”.Ora em 1689 reinava em Portugal o rei D. Pedro II. Seria mesmo o rei ou algum principe seu irmão? Ou algum fidalgo? A pedra é “tufa” e mostra-se, infelizmente, picada. Dizem que, em tempos que já lá vão, num certo domingo, enquanto toda a gente se encontrava em Sezures, na festa de Nossa Senhora da Graça, por malvadez ou idiotice, um valdevinos foi lá e picou a pedra, deixando-a como agora está. Faz-nos bem ir ao Companheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115235937526561800?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115235937526561800/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115235937526561800' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115235937526561800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115235937526561800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/07/o-companheiro.html' title='O companheiro'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115230997480855233</id><published>2006-07-07T22:56:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T23:06:14.810+01:00</updated><title type='text'>O penedo Furado</title><content type='html'>Descendo do alto da Paradaia em direcção à Nossa senhora do Barrocal, a ocidente, deparamos com o penedo Furado.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fur1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fur2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fur5.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fur3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A rocha revela uma gravação que procuramos decifrar, por decalque, sem grande sucesso, como se pode ver na imagem abaixo.Esperamos que uma próxima tentativa, com melhores condições de luz, talvez ao fim da tarde, nos permita obter melhores resultados. Mas já ficariamos satisfeitos se conseguissemos, com esta página, chamar a atenção de arqueólogos para esse trabalho.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fur4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fur4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115230997480855233?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115230997480855233/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115230997480855233' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230997480855233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230997480855233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/07/o-penedo-furado.html' title='O penedo Furado'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115230931379783809</id><published>2006-07-07T22:40:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T22:55:13.810+01:00</updated><title type='text'>O Castro da Paradaia</title><content type='html'>Localiza-se num esporão triangular naturalmente defensável por três lados. apenas do lado oriental necessita de defesa, apresentando deste lado muralha forte e cuidada, feita com grandes blocos aparelhados. O espaço para a implantação habitacional é relativamente escasso. Entre os rochedos há abrigos naturais que podiam ter servido habitação ou refúgio. Talvez por isso, o povo chame a um desses sítios a "adega do ermitão". Povoado do Bronze, ocupado durante a Idade do Ferro, abandonado e reocupado na Idade Média é a hipótese aliciante para estas ruínas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Degraus na rocha. São trabalho do homem.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/pen1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lá em cima, o posto de vigia, é um buraco na rocha feito à medida.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/pen2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Diz-se que nesta rocha existe uma mina que vai dar à Lapa da Moira no Carvalhal ou mesmo ao Rio Coja.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen3.0.jpg" border="0" /&gt;Dizia-nos o Sr. Elídio: Em garoto, atirei muitas pedras lá para dentro, para as ouvir saltar nos degraus feitos na rocha, até chegar lá ao fundo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/pen4.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lá ao fundo é as Maias, onde haverá ainda sinais de casas e um forno. Havia um carreiro para o Carvalhal e outro para a Silvã de Baixo, mas agora não se consegue passar.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/pen5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Machado em anfibolite encontrado nas Maias. A cronologia destes machados é ampla, embora sejam grealmente associados a uma fase tardia do fenómeno megalítico, em meados de IV milénio A.C..&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/pen61.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/pen61.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115230931379783809?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115230931379783809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115230931379783809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230931379783809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230931379783809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/07/o-castro-da-paradaia.html' title='O Castro da Paradaia'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115230842769857440</id><published>2006-07-07T22:32:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T22:40:27.716+01:00</updated><title type='text'>O monte da Paradaia</title><content type='html'>Se ainda lá não foi, aproveite a primeira ocasião para o visitar. fica logo atrás da igreja das Romãs. É um monte dantesco! No topo, um enorme penedo, que só os bons alpinistas ou pessoas muito afoitas conseguem escalar.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/par1.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/par1.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Só que, na Paradaia, o artista foi Deus, autor da natureza.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/par2.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/par2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foto realizada aos primeiros raios de sol.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/par3.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/par3.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta enorme massa de pedra é classificada como "Manressa do Sátão".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/par4.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/par4.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dizia-nos o sr. Elídio, das Romãs: conheço isto a palmo. desde criança que andei a saltar por estas fragas, na guarda das ovelhas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/par51.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/par51.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115230842769857440?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115230842769857440/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115230842769857440' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230842769857440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115230842769857440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/07/o-monte-da-paradaia.html' title='O monte da Paradaia'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115136470586349876</id><published>2006-06-27T00:13:00.000+01:00</published><updated>2006-06-27T00:31:45.873+01:00</updated><title type='text'>Arquitectura religiosa da freguesia de Romãs</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Igreja Paroquial de Silvã de Baixo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/SILVA.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/SILVA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capela de São Bartolomeu - Carvalhal de Romãs&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/igrec.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/igrec.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capela de Nossa Senhora da Conceição - Douro Calvo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/igredc.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/igredc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capela de Nossa Senhora da Ajuda - Souto de Golfar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/igresg.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/igresg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capela de S. Bento e Santa Luzia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O primeiro templo dedicado ao grande São Bento, a sul do rio Douro, situa-se em Rãs.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fg26.0.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fg26.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Igreja Paroquial de Romãs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Curioso. A invocação actual de nossa senhora, como padroeira da freguesia, é o nome bonito da Nossa Senhora do vale das romãs, tão bucólico e sugestivo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fg20.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fg20.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santuário de Nossa Senhora do Barrocal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Manuel de Figeiredo, natural de Decermilo e falecido na povoação de Mariguita (Castela), homem muito rico e sem herdeiros, deixara em testamento a maior parte dos seus bens para que com eles fosse fundade um mosteiro de monges beneditinos. As riquesas do testador estavam nas mãos de castelhanos e não era fácil obter tal herança. Só depois de muitas diligencias do bispo de Viseu Dom João de Melo (séc. XVII) e contestações dos castelhanos, foi possivel obter o suficiente para reconstruir a ermida de Nossa Senhora do Barrocal e, para seu sustento, comprar uma fazenda que rendia 50.00 anuais. Dizia o povo:"Sra. do Barrocal, mais a sua fazenda, tem em Mariguita, mil vacas à renda".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/barroc.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/barroc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115136470586349876?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115136470586349876/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115136470586349876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115136470586349876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115136470586349876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/06/arquitectura-religiosa-da-freguesia-de.html' title='Arquitectura religiosa da freguesia de Romãs'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-115136140467681920</id><published>2006-06-26T23:33:00.000+01:00</published><updated>2006-07-05T09:38:51.606+01:00</updated><title type='text'>A Casa de Viseu no Brasil *</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/Rancho%20Adulto.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/Rancho%20Adulto.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Casa de Viseu surgiu em 1966 da vontade de alguns elementos da antiga Tuna de Rãs no Brasil. Foram fundadores Dimas Lopes e José Tomás Gomes (violinos), Valentim Gomes de Sousa (acordeão), Arlindo de Sousa (flauta), Armando de Sousa (bandola), Agostinho Lopes e António Milheiro (violão), todos de Rãs, e ainda Afonso da Costa Pereira (acordeão) de Lamas e Norivau Gomes (bateria) do Rio de Janeiro. Colaboraram ainda de Rãs, Aníbal Lopes Milheiro, Carlos de Campos e António Nunes de Campos, de Douro-Calvo, Alberto Nunes Sequeira e Manuel Gomes, de Souralva, Albino Moreira, e do Rio de Janeiro, António Gomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes mesmo de completar-se um ano da fundação da Casa de Viseu, apercebeu-se da necessidade da formação de um grupo que, em suas festas típicas, representasse um pouco das danças e dos cantares da terra natal, daí resultando a fundação, no ano de 1967, DO RANCHO FOLCLÓRICO ADULTO DA CASA DE VISEU. Logo desde sua fundação, o Rancho destacou-se, em suas apresentações, por sua simpatia, recebendo constantemente inúmeros convites para apresentar-se em diversas cidades pelo Brasil. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/Rancho%20Mirim.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="226" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/Rancho%20Mirim.0.jpg" width="312" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objectivo de proporcionar aos mais novos a oportunidade de praticar e preservar as tradições lusas, foi também fundado, em 1978, o RANCHO FOLCLÓRICO MIRIM DA CASA DE VISEU e, desde então, tem servido como fonte inesgotável de renovação do Rancho Adulto, que hoje conta com mais de 80% de seus integrantes advindos do Rancho Mirim.&lt;br /&gt;Em 1982, foi gravado o primeiro disco (LP) pelo Rancho, com cantares típicos, e que se chamou: "Cantares da Beira". Até hoje já foram gravadas mais quatro edições, nos anos de 1988, 1990, 1998 e 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, foi-se aprimorando o desempenho do grupo bem como a afirmação da autenticidade de suas vestimentas e representações, tudo isto muito mais a partir do momento em que se deu início ao processo de intercâmbio com instituições públicas e particulares de Portugal, que levou ao seu reconhecimento e aceitação, em 1989, como membro efectivo da Federação do Folclore de Portugal.&lt;br /&gt;Em função desse intercâmbio e de sua comprovada autenticidade, o Rancho Folclórico da Casa de Viseu é um dos mais requisitados agrupamentos tanto no Brasil como no exterior, para onde viajou já por cinco vezes: 1985, 1992, 1995, 1998 e 2001. Nestas oportunidades, para além de percorrer todo Portugal, levou o folclore do Distrito de Viseu e o samba carioca até os palcos da Espanha, da França, da Bélgica e da Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Adaptado a partir da informação que nos foi gentilmente enviada pelo Sr. José Tomás Gomes, de 81 anos, residente no Rio de Janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-115136140467681920?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/115136140467681920/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=115136140467681920' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115136140467681920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/115136140467681920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/06/casa-de-viseu-no-brasil.html' title='A Casa de Viseu no Brasil *'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114226391000175027</id><published>2006-03-13T15:28:00.000Z</published><updated>2006-03-13T17:29:40.070Z</updated><title type='text'>Floresta DOCE</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fd.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fd.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Pastelaria e Pizzaria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;de Luís e Alcina Giroto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta moderna unidade de restauração constitui-se como o ponto de encontro de eleição em Rãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande variedade de pizzas. Recomenda-se a pizza da casa “Os Teimosos” com tomate, mozzarella, fiambre, bacon, cogumelos, pimentos, ovo e orégãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastelaria regional. Prove os pasteis de nata que rivalizam com os de Belém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolas de carne e lancheiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto num ambiente tranquilo, com musica ambiente. Os dias de futebol são contudo muito animados, dada a existência de um ecrã gigante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fornecimento de bolos para casamentos, baptizados, banquetes, aniversários e festas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua da Relva, a 600 metros do Santuário do Nosso Senhor dos Caminhos&lt;br /&gt;Telefone: 232 560 103&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114226391000175027?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114226391000175027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114226391000175027' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114226391000175027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114226391000175027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/03/floresta-doce.html' title='Floresta DOCE'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044564021997712</id><published>2006-02-20T14:24:00.000Z</published><updated>2006-02-20T14:27:20.223Z</updated><title type='text'>Santuario de Nosso Senhor dos Caminhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fr401.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fr401.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Afastado da povoação de Rãs e da estrada que liga Sátão a Aguiar da Beira, podemos encontrar um dos maiores centros religiosos da região – o Santuário do Senhor dos Caminhos. Fica num lugar que em tempos foi passagem obrigatória para os viajantes que se deslocavam à freguesia de Romãs ou em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa. Aí, inicialmente foi construído um nicho, onde os almocreves depositavam as esmolas que, com o passar do tempo, foram aumentando. Com elas edificou-se a construção da capela de Nosso Senhor dos Caminhos. Mais tarde, em 1909 procedeu-se à construção de uma capela maior, que após ultrapassados vários obstáculos, entre eles a falta de verbas, o Santuário ficou concluído. Paralelas à igreja, formando um rectângulo, em todo o comprimento do adro, aquelas quinze colunas, do melhor granito regional, grossas e altas de mais de sete metros, dispostas em duas filas no sentido nascente-poente e separadas umas das outras pelo espaço de cerca de sete metros, também, formam um conjunto deveras impressionante. Ainda assim, o projecto inicial não foi concluído, podendo observar-se pedras e capiteis trabalhados no recinto do santuário. Esta arquitectura religiosa apresenta o seu exterior em granito e possui, ainda, as famosas imagens e grupos esculturais de Nosso Senhor dos Caminhos, em número do doze, a representar a vida de Cristo, desde a Anunciação até ao Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, no Senhor dos Caminhos, à beira do rio Vouga, onde, no Domingo da Santíssima Trindade (8º Domingo depois da Páscoa), se realiza a segunda romaria da Beira Alta, chegam a acorrer para cima de vinte mil pessoas e milhares de viaturas, vindas de todos os distritos do litoral e do centro do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa do dia da festa no domingo da Santíssima Trindade:&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;  9H00 - recitação do terço.&lt;br /&gt;  10H00 - Santa Missa pelos peregrinos&lt;br /&gt;  11H00 - saída da procissão da povoação de Rãs para o Santuário&lt;br /&gt;  12H30 - Santa Missa campal com pregação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fascínio do Senhor dos Caminhos agarra-se aos visitantes e peregrinos e nunca mais os larga. Quem lá vai uma vez tem sempre vontade de lá voltar.&lt;br /&gt;Actualmente, são visíveis os esforços para que o santuário retome a fama que teve outrora, de local de grande piedade e manifestação pública de fé.&lt;br /&gt;Num enquadramento natural de grande beleza, sobranceiro a uma austera penedia e junto ao rio Vouga que corre ainda límpido a pouca distância, o parque do N.S. dos Caminhos é bastante utilizado para piqueniques durante os meses de verão, aproveitando as mesas e bancos de pedra existentes para esse efeito e servido por várias fontes de nascente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044564021997712?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044564021997712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044564021997712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044564021997712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044564021997712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/santuario-de-nosso-senhor-dos-caminhos.html' title='Santuario de Nosso Senhor dos Caminhos'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044543048184936</id><published>2006-02-20T14:12:00.000Z</published><updated>2006-06-26T23:51:04.623+01:00</updated><title type='text'>Tuna D'os Teimosos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/tuna4.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/tuna4.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/tuna3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 315px; CURSOR: hand; HEIGHT: 255px" height="283" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/tuna3.jpg" width="351" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tuna d’ Os Teimosos teve origem nos anos 20. Conduzida pelo Sr. Abel Gomes (Carreirinho), era uma tuna popular e bem ensaiada. A formação mais antiga que se conhece era constituída, para além do Sr. Abel, ao bandolim, por Manuel Pinto (ferrinhos), Joaquim Almeida (Viola), Dimas Milheiro (violino), Francisco Nunes (guitarra) e José Lopes (Flauta). Por volta de 1930, nasce o Clube d’Os Teimosos. O nome está associado à vontade férrea dos seus fundadores que, nas condições adversas vividas entre as duas guerras mundiais, tocava para animar a população, ajudando-a a mitigar a fome que se atravessava no seu caminho. Os desfiles de carnaval organizados por esta colectividade ainda hoje são lembrados com saudade pelos mais velhos. Mais tarde, uma divergência entre o Sr. Abel e uma geração mais nova liderada pelo Sr. José Tomás Gomes levou à cisão do clube fundando as tunas Os Companheiros da Alegria e Os Destemidos, respectivamente. No início da década de 50, juntam-se novamente as duas tunas no Clube D'Os Teimosos, sendo a direcção formada por José Sequeiros (presidente), Gaspar Pais (secretário), José Tomás Gomes e Manuel Pinto (tesoureiros) e, mantendo-se como ensaiador o Sr. Abel do Carreirinho. Mas a sua duração foi curta. Iniciava-se o fenómeno emigratório. Muita gente, incluindo alguns dos dirigentes da Tuna, emigraram para o Brasil, à procura de melhores condições de vida, perdendo-se assim a chama e o fulgor de outrora.&lt;br /&gt;Em 1998, pelo Carnaval, O Sr. Agostinho Brasileiro e o Sr. Guilherme Lopes juntaram um conjunto de músicos e dançarinos para retomar a tradição. Com eles levavam o antigo estandarte do Clube d’Os Teimosos executado pela Sra. D. Laurinda de Jesus Pinto no remoto ano de 1930. O apoio popular foi enorme e, nesse mesmo ano, pelo S.João, já com a tuna bem ensaiada, houve nova actuação. Em Março de 1999, constituiu-se a associação Tuna d’Os Teimosos, tendo como presidente o Sr. Luís Giroto, secretário o Sr. Carlos Fernandes e Tesoureiro o Sr. Carlos dos Santos. A partir daí a Tuna tem evidenciado uma progressão significativa, visível na qualidade das suas actuações. Em Janeiro de cada ano organiza um encontro de Tunas. Dá inicio ao processo de internacionalização com uma actuação na Alemanha em Novembro de 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044543048184936?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044543048184936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044543048184936' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044543048184936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044543048184936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/tuna-dos-teimosos.html' title='Tuna D&apos;os Teimosos'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044472122049996</id><published>2006-02-20T14:08:00.000Z</published><updated>2006-02-20T14:12:01.220Z</updated><title type='text'>Capela S Bento e Santa Luzia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fg26.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fg26.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Quando em 1982 se comemorou em Portugal e no mundo, o 15º centenário do nascimento de São Bento, alguém afirmou e escreveu que o primeiro templo dedicado a São Bento, ao sul do rio Douro, foi construído no território do actual concelho de Sátão. Foi a capela de São Bento, orago e padroeiro do lugar de Rãs, que já nas inquirições de 1258 aparece como ponto de referência das terras de Gulfar – Ad Sanctum Benedictum.&lt;br /&gt;Do templo primitivo, porém, só resta o nome e a devoção. A arquitectura foi toda modificada. Terá havido ligado a este templo, algum mosteiro ou mosteirinho também? Ainda hoje lá há terrenos com a designação do pai do monaquismo ocidental.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044472122049996?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044472122049996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044472122049996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044472122049996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044472122049996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/capela-s-bento-e-santa-luzia.html' title='Capela S Bento e Santa Luzia'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044448507134709</id><published>2006-02-20T14:00:00.000Z</published><updated>2006-07-08T15:45:35.200+01:00</updated><title type='text'>À Lapa da Caldeira e Penedo da Moura</title><content type='html'>À saída de Rãs, do lado direito, ainda dentro da povoação, vê-se da estrada o Penedo da Lapa Borrada. Com um nome tão pouco convidativo, continuamos em frente e, já depois do casario, aproveitando uma entrada larga no terreno à nossa direita, restos de um velho camião abandonado assinalam o início do nosso percurso. Avançamos a pé pelo pinheiral. Do lado esquerdo aparece-nos a Corga das Urgueiras, com marcas de antigas explorações mineiras de baril . Do lado direito a Corga da Fonte do Sal, que atravessamos, chegando à Corga do Lagarto. Um pouco mais à frente, passamos por uma árvore da carrasqueira e chegamos à Corga do Ancinho. À direita, avistamos a Corgo dos Pousados, seguida pela Corga das Solheiras, avistando-se ao longe restos de um muro de pedra. Chegamos ao Lajão Gordo, que servia de escorrega aos miúdos. Avançamos até ao Cabeço ou Alto das Presas e chegamos à Fonte das Presas. Ao fundo, na direcção de Rãs, a Corga Grande. Um pouco mais à direita a Corga do Esguicho. Numa rocha disposta no terreno em forma de U- a Mina de Ouro - foi cavada pelo homem, não para exploração do nobre metal, mas para esconder um tesouro ao exército de Napoleão que saqueava tudo o que encontrava pela frente, ao tempo das invasões francesas. Não sabemos ao certo o que se passou, mas a memória do local ter-se-á perdido e dizia-se que foi por um sonho que D. Ana de Decermilo terá recuperado o tesouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/rot11.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seguimos para a Lapa da Caldeira, que abrigava os pastores e caçadores. Ainda hoje nos podemos sentar nas duas pedrinhas que ali colocaram a servir de banco. Os pastores faziam ali fogueiras para se aqueceram, transportando da aldeia o fogo em bosteira de vaca que ficava a remoer o dia inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/rot12.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot12.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Penedo da Moira – nas noites de S. João, pela madrugada fora, vinham os jovens da aldeia para ver a moira estender as meadas de linho para corarem ao sol. Fala-se de um buraco na rocha, que não conseguimos localizar, onde se enfiava a cabeça e se ouvia um zunido. Diziam os garotos que era a moura a fazer o comer. De um dos lados, a rocha tem uma configuração de chaminé, tomando a designação de Forno dos Mouros. No chão queimado pelo fogo recente, surgem aqui e ali umas flores violeta, com pétalas estreitas, designadas por campainhas ou brincos de Nossa Senhora. Em frente fica o Alto das Rolas. Mais abaixo fica o Vale das Lebres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/rot13.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seguindo o caminho encontramos o bogalhão que antigamente se apanhava para dar de comer aos porcos. Mais à frente, uns arbustos de junça, indicando que nos encontramos em terrenos com muita água. O que se confirma mais acima ao depararmos com a Fonte Cimeira, uma fonte que nunca seca. Junto a ela, um providencial púcaro de barro dos resineiros permite-nos saciar a sede. Que bela água! Ali, à espera de cumprir o seu destino de saciar a sede ao homem com honras de fontanário do melhor granito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/rot141.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot141.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Passamos por um carreiro batido pelas raposas, que passam sempre pelo mesmo sítio. De vez em quando encontramos uns buracos rodeados de pequenas pedras brancas sinalizando antigas explorações mineiras de baril. Um arbusto raro – a piorneira – da familia da giestas, que produz uma flor amarela, apresenta-se roido pelos coelhos. Do céu, um milhafre executando voos circulares, observa-nos.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot15.0.jpg" border="0" /&gt;Prosseguimos, e chegamos a um planalto; a Verdiada. Deparamos com um circulo de pedras que os jovens pastores colocaram na poça de água para saltarem de umas para as outras. Já lá devem estar há várias dezenas de anos, pois um destes pastores é o nosso cicerone, o Sr. Ernesto Pinto, já com 72 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/rot16.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/rot16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A frente o Vale das Lebres e a Quelha do Bôco. Mais abaixo a Fonte do Vale do Carvalhinho. Junto a uma antiga exploração de pedra, um intrigante alinhamento pedras muito antigo, talvez do tempo dos mouros. A terminar o percurso passamos ainda pelo Penedo do Lobo (na foto acima) e pelo o Penedo Mendeiro (junto depósito de água), antes de regressarmos à estrada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044448507134709?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044448507134709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044448507134709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044448507134709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044448507134709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/lapa-da-caldeira-e-penedo-da-moura.html' title='À Lapa da Caldeira e Penedo da Moura'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044398163271652</id><published>2006-02-20T13:55:00.000Z</published><updated>2006-03-13T17:32:37.460Z</updated><title type='text'>Gastronomia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fr1301.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fr1301.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A gastronomia tradicional da região da Beira Alta é muito saborosa e inconfundível no seu paladar. Ainda hoje, a matança do porco é um espaço de convívio e de reencontro da família. Dia de festa e de petiscos confeccionados com engenho e arte, junto à lareira na antiga panela de ferro. Na mesa, a simplicidade dá lugar à riqueza gastronómica profusa de sabores e aromas inconfundíveis, onde existe sempre lugar para mais alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rãs propõe ao apreciador vários pratos da sua cozinha tradicional, como o Cabrito Grelhado na Brasa e Batata à Racha Torrada. Este é um prato típico da freguesia, que pode ser saboreado na localidade de Rãs. As Batatas à Rachas Torradas são cortadas às rodelas, cozidas com a casca e passadas na brasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Café Andrade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cabrito grelhado na brasa por encomenda&lt;br /&gt;tel. 232 546 274&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044398163271652?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044398163271652/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044398163271652' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044398163271652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044398163271652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/gastronomia.html' title='Gastronomia'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044367310893234</id><published>2006-02-20T13:50:00.000Z</published><updated>2006-02-20T13:54:33.110Z</updated><title type='text'>Artesanato</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/GUILHERME%20ANDRADE.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/GUILHERME%20ANDRADE.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O artesanato esteve sempre presente nas tradições de Rãs. Outrora muito desenvolvido, demonstrava com orgulho a beleza e a arte dos trabalhos produzidos pelos artesãos, bem como a utilidade que tinham no dia-a-dia das pessoas. Apesar de não existir em abundância, ainda é possível encontrar e admirar algumas peças artesanais em Pedra, Cestaria, Latoaria e Tecelagem. O granito da região distingue-se por ser o melhor da Beira Alta. Antiga terra de pedreiros, hoje contam-se os que restam pelos dedos de uma mão. Existem ainda trabalhos artístico em madeira e pedra executados pelo Sr. Ernesto Pinto de Rãs. Na mesma localidade, o jovem Guilherme Andrade está a dar prometedores passos no trabalho da pedra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044367310893234?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044367310893234/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044367310893234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044367310893234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044367310893234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/artesanato.html' title='Artesanato'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044336880975250</id><published>2006-02-20T13:46:00.000Z</published><updated>2006-02-20T13:49:28.810Z</updated><title type='text'>Casa das Andorinhas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/casa1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/casa1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;MORADIA TURISTICA na Rua do Povo nº30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Casa das Andorinhas, construída no centro da aldeia, com granito da região, tem cerca de 150 anos. O seu nome deriva do facto de, na antiga sala, terem existido andorinhas pintadas nas paredes. Actualmente a casa foi reinventada optando-se por um desenho interior moderno e adaptado às necessidades actuais. &lt;br /&gt;A Casa das Andorinhas possui: três quartos duplos, duas casas de banho completas, sala comum com fogão de sala e televisão, cozinha equipada onde pode confeccionar as suas refeições, garagem, lavandaria e um soalheiro terraço. &lt;br /&gt;A casa aluga-se a um único grupo (familiares ou amigos), até um máximo de 6 pessoas, por 60 € /dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contacto:&lt;br /&gt;Maria Alzira da Silva de Sousa Almeida &lt;br /&gt;Rua Gonçalo Cristovão, 356, 4ºesq.&lt;br /&gt;4000-266 PORTO&lt;br /&gt;Telef. 22 3322981&lt;br /&gt;Telem. 93 4306955&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044336880975250?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044336880975250/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044336880975250' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044336880975250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044336880975250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/casa-das-andorinhas.html' title='Casa das Andorinhas'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044309270784149</id><published>2006-02-20T13:41:00.000Z</published><updated>2006-02-20T13:44:52.706Z</updated><title type='text'>Rio Vouga</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/fg24.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/fg24.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O Rio Vouga nasce uns quilómetros atrás na Serra da Lapa. Passa aqui ainda límpido, proporcionando um ambiente propício para desfrutar a natureza. É ainda possível visitar o moinho do Trabulo e ver a mó moendo o grão para obter uma farinha de excelente qualidade, utilizando a força motriz da água.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044309270784149?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044309270784149/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044309270784149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044309270784149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044309270784149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/rio-vouga.html' title='Rio Vouga'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22721741.post-114044266539373588</id><published>2006-02-20T13:33:00.000Z</published><updated>2006-03-06T14:50:07.123Z</updated><title type='text'>Viva a Ras</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/1600/ras.5.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5163/2302/320/ras.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este é o meu convite para um encontro com valores culturais e naturais capazes de estimular os sentidos e revelar tesouros (quase) escondidos. Se gosta da natureza e de festas religiosas aproveite para visitar em Rãs, o famoso santuário do Senhor dos Caminhos, nas margens do rio Vouga. Para além da componente religiosa, desfrute do parque natural circundante. Esperamos que goste e que volte sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para elaboração deste blog usou-se como principal fonte o livro "Terras do Concelho de Sátão" do Reverendo Senhor Cónego Albano Martins de Sousa, cuja leitura recomendamos a todos os que desejem aprofundar o conhecimento desta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARLENE ALMEIDA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22721741-114044266539373588?l=vivaaras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vivaaras.blogspot.com/feeds/114044266539373588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22721741&amp;postID=114044266539373588' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044266539373588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22721741/posts/default/114044266539373588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vivaaras.blogspot.com/2006/02/viva-ras.html' title='Viva a Ras'/><author><name>Mar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16007712998866822609</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
